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quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

História

 Continuação...

A ESTRÉIA

Em fim chegou o grande dia. Emprestar um caminhão para levar o carro até o autódromo não foi problema. A F 4000 do amigo Haroldo foi uma mão na roda. E num belo sábado de sol, 29 de junho de 1985, lá fomos nós, com o “Chiquinho” na boleia da F 4000, rumo ao autódromo Moacir Piovesan de São José dos Pinhais PR.
Um fato curioso aconteceu durante a travessia da cidade de São José dos Pinhais. Nós, meio que distraídos e conversando, de repente alguém gritou: “OLHA A LOMBADA”. E nisso o “Chiquinho afundou o pé no freio até onde deu. Mas já era tarde. O caminhãozinho deu um pulo e só parou depois da lombada.  E assim o Opala, que caprichei tanto na pintura, já chegou com a frente amassada no autódromo. Na freiada brusca os calços correram e o carro foi de encontro à parte frontal da carroceria da F 4000. Ainda bem que a carroceria agüentou a pancada.
Já no autódromo, estava na hora de fazer o motor roncar. Assim que foi liberada a pista para os treinos livres, lá estava o Horst, faceiro da vida, esquentando o motor e reconhecendo a pista. Depois de algumas voltas os tempos foram já foram baixando.
Na época treinos livres eram liberados para todas as categorias. Treinavam  Fuscas, Chevettes, Fusca-cross, Gol, Opalas, Dodgões, em fim tudo misturado. E não é que o Horst levou um corridão de um Fusca-cross  na reta principal?
Na volta seguinte ele entrou  no Box e disse que “se essa bosta não andar mais eu desisto”.
Ma se era só um cabo de vela caído. Com só 5 cilindros funcionando, não podia render mesmo.
Com o cabo engatado e mais uma ajeitada no carburador, na próxima volta ele já não conseguiu fazer a curva no final da reta. Passou reto e rodou, se não tinha feito um carreiro no meio do mato. Mais algumas voltas e de repente, ao passar pelo retão o motor veio fazendo um barulho muito estranho.
“Estourou a junta do cabeçote” alguém gritou.
Dito e feito. A junta já era. E pior, ao examinar o cabeçote o mecânico Ricardo Reka notou uma pequena rachadura entre os dutos de água, o que provocou o estouro da junta.
Bom o jeito era improvisar. Comprar uma junta nova, não foi difícil. O Segantini que preparava outros Opalas, tinha uma. O problema era o cabeçote.
O mecânico Reka então resolveu colar com Durepoxi. Isso mesmo com Durepoxi. E o troço agüentou. Se me contassem eu não acreditaria.
Mas com todo esse transtorno o treino de classificação já tinha terminado e assim largaria em último.
Mesmo largando do final do grid, conseguiu avançar até o 5º lugar .  Ai já quase no final da corrida, faltando umas 6 voltas, ele caiu para o 6º lugar. Quando passou na frente dos boxes parecia que o cockpit estava cheio de fumaça. O que teria acontecido?
Vocês precisavam ter visto o Horst na hora que ele desceu do carro após o termino da corrida. Parecia que tinha tomado um banho de talco. A cara, em fim o macacão que era azul escuro, tudo ficou branco.
 Com a trepidação quebrou o suporte do extintor de incêndio que estava fixado no assoalho do carro, no lugar onde ficava o banco dianteiro direito. E a cada feriada ele batia na parede corta-fogo e esguichava o pó branco pra tudo que é lado. Não sei como ele agüentou fazer 6 voltas daquele jeito. Conta ele que ficou dias cuspindo pó branco. Mas acho que era exagero da parte dele. Sei lá!
Mas o mais importante de tudo foi que voltamos com um troféu, mesmo pequeno, de 6º lugar, para casa.
Foto da estreia do opalão de Horst Tiessen

Foto e texto retirado do Come-poeira
Um adendo
A intenção dessas postagens, é de não deixar essas histórias cairem em esquecimento, estarei aqui no blog postando por diversas vezes histórias e imagens como essas que o saudoso Adolf deixou em seu Come-poeira.

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Histórias

Hoje começarei a postar algumas histórias e imagens de grandes amigos, pilotos, entusiastas, fotógrafos do nosso querido automobilismo.

Hoje a história que o saudoso Adolf Schartner postou em seu blog o Come-poeira. 

Thiessen & Schartner Competições.

Após assistir uma corrida no autódromo Aldo Sabatke aqui em Palmeira, meu amigo Horst Thiessen me disse:
“ Vou comprar um troço desses”.
Primeiro pensou-se em por um Fusca na pista. Mas por um acaso, ao passar na frente do estabelecimento comercial de Wilson Sabatke, lá estava o Opala com o Nº 1 estampado nos capôs e nas laterais, com um cartaz escrito: VENDE-SE.  
Sinceramente não lembro mais o preço e nem a moeda(Cruzeiro, Cruzado, Cruzado Novo etc) vigente na época. Mas depois de acertado o preço, era preciso arrumar dinheiro. O jeito encontrado foi fazer um “papagaio” no Banco.
Já com o carro na minha Oficina, varias vezes trabalhando até altas horas da noite lixando e arrumando coisas aqui e lá, conseguimos  deixar ele mais apresentável. Escolhemos a cor azul escura para a base. Depois pintei as faixas, branca, amarela, e vermelha.
Mas o mais complicado foi a parte do motor. Como o carro foi comprado com o motor preparado para a categoria Força Livre, era preciso adapta-lo ao regulamento do campeonato paranaense. A solução foi falar com o preparador Rudi Rempel. Ele se prontificou a fazer a parte do motor e designou o competentíssimo mecânico Ricardo Reka a trabalhar na usina de força por que queríamos estrear o carro numa corrida beneficente no autódromo Moacir Piovesan em São José dos Pinhais.
Foto e texto retirados do Come-poeira.

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Calhembeque

Hoje um post diferente, começa lá em 1982 e acaba dia 28 de julho de 2019.

Alfredo Baum pilotou um calhambeque(carreteira, fubica) e no último dia 28 de julho tive o prazer de vê-la na pista novamente. Isso ocorreu na 3ª Etapa da Copa CAV no CTG Casa de Pedra em Rio Negrinho. Segue fotos.

No Autódromo de Volta Grande em 1982 vindo logo atrás de Rudi Erhardt. O detalhe fica mais por conta da pista.
Campeão da categoria no mesmo ano.
 1983 alinhado no grid em São Bento do Sul, logo atrás o clhambeque do Rudi e atrás o branco do Braulio Roesler.
E em 1983 conquistando o bi-campeonato da categoria Calhambeque.

A história do co-piloto:
Nessa época era comum ter um co-piloto, ele era o limpador do para brisa e também era o responsável por fechar o registro do combustível e abri-los ao entrar e sair das curvas para o combustível não afogar o motor.

As fotos dessa primeira parte pesquei da página do amigo Francis do Poeira na Veia.

E para a alegria geral esse mesmo calhambeque acelerou no dia 28 no CTG Rio Casa de Pedra.
Calhambeque restaurado e desfilando na pista em Rio Negrinho.

terça-feira, 16 de julho de 2019

A história da Stock Car

DÉCADA DE 1970

A PRIMEIRA TEMPORADA

A competição foi criada pela Associação Brasileira de Revendedores Chevrolet e teve como inspiração a americana Nascar. A primeira corrida da Stock Car aconteceu no dia 22 de abril 1979, no autódromo de Tarumã, em Viamão-RS, e contou com a participação de dez carros, que possuíam a mesma concepção mecânica dos veículos de passeio sem os revestimentos internos.
Guiando um Opala 250 S, Affonso Giaffone venceu as duas corridas da rodada dupla, se tornando o primeiro piloto a vencer na Stock Car, mas o grande campeão da temporada inaugural foi Paulo Gomes.

DÉCADA DE 1980

EVOLUÇÃO E CONSOLIDAÇÃO

A década de 80 para a Stock Car é um período marcado por evolução e consolidação da categoria no país. Os carros ficaram mais velozes e itens de segurança foram agregados e a média de publicou nas corridas chegou a 50 mil pessoas. Em 1982, a Stock Car realizou sua primeira corrida no exterior, no autódromo de Estoril, em Portugal.
A partir de 1987, a carenagem dos carros passou a ser inserida sobre o chassi do Opala, com equipamentos de segurança mais sofisticados e ganhando em aerodinâmica e no desempenho. No final da década, mais precisamente em 1989, começou a hegemonia de Ingo Hoffmann, com seis títulos consecutivos.

DÉCADA DE 1990

A HEGEMONIA DE INGO

Para manter a inovação na Stock Car, a General Motors passa a produzir um protótipo monobloco com o chassi do Opala e a organizar a competição, realizando rodadas duplas em conjunto com a Fórmula Chevrolet. A partir de 1994, a categoria adota como veículo o Omega, adaptado para as corridas.
Entre 1990 e 2000, os campeonatos foram dominados por Ingo Hoffman, que conquistou oito títulos no período, sendo seis consecutivos. Apenas Paulo Gomes, em 1995, e Chico Serra, em 1999, interromperam a hegemonia do “Alemão”.

DÉCADA DE 2000

A STOCK CAR INOVA

A Stock Car aposenta os carros adaptados para corrida e passa a competir com bolhas que simulam um veículo sobre um chassi tubular, fabricado pela JL, empresa do ex-piloto Zeca Giaffone. Em 2001, a Vicar, organizadora do evento até hoje, passa a gerenciar a competição.
A partir de 2003, os carros passam a usar motores de oito cilindros importado dos Estados Unidos pela JL. A Categoria passa também a ser multimarca com a entrada de outras montadoras, como Mitsubishi, Peugeot e Volkswagen, além da Chevrolet, parceira da categoria desde o início. As equipes passam a usar a telemetria para ter mais informações e controle sobre o comportamento do carro.
A década também foi marcada pelo grande número de pilotos competindo, com 40 carros no grid em 2005. No mesmo ano também foi realizada uma corrida inédita em Buenos Aires. Três anos depois foi realizada a primeira Corrida do Milhão, que deu o prêmio de US$ 1 milhão ao vencedor Valdeno Brito. No ano seguinte a categoria estreou nos circuitos de rua, com uma prova em Salvador que terminou com a vitória de Cacá Bueno.

DÉCADA DE 2010

SUCESSO DE PÚBLICO

O sucesso da Stock Car nos autódromos e a exposição na TV começaram a atrair grandes pilotos com passagens nas principais categorias do automobilismo mundial, como Rubens Barrichello, que conquistou seu único título no seu segundo ano na Stock Car.
O grid atual é um dos mais competitivos da história da categoria, com oito pilotos tendo em seu currículo passagens pela Fórmula 1. A chegada, em 2018, de dois campeões mundiais da Fórmula E – Nelsinho Piquet e Lucas di Grassi, eternos rivais -, traz ainda mais tempero à receita consagrada da principal categoria do automobilismo brasileiro.
A igualdade no equipamento é garantida, entre outros itens como chassi, motor e câmbio igual a todos, pela gasolina podium da Petrobras e dos óleos lubrificantes Lubrax, trazendo o máximo desempenho para os 33 carros do grid da Stock Car.

HERÓIS DA HISTÓRIA

LENDAS DAS PISTAS

Em 40 temporadas, a Stock Car tem 17 pilotos campeões. O grande recordista de títulos é Ingo Hoffman. Dono de 12 títulos da categoria, o “Alemão” disputou 30 temporadas e obteve 77 vitórias em 332 corridas, número difícil de ser ultrapassado pelos atuais competidores diante do equilíbrio entre os pilotos. Cacá Bueno vem na sequência com cinco troféus da Stock Car e é piloto mais próximo a bater os números de Ingo.
A lenda Paulo Gomes é outro grande nome da categoria. O ex-piloto conquistou quatro campeonatos, apesar de dizer brincando para todos que tem cinco - os seus e mais o do seu filho Marcos Gomes, em 2015. Chico Serra é outro nome a ser lembrado, com três títulos seguidos e o recorde de vitórias em uma única temporada, com oito em 1999.
Na galeria de bicampeões aparecem Giuliano Losacco e Ricardo Mauricio. Com um título da Stock Car temos Afonso Giaffone Jr, Zeca Giaffone, Ângelo Giombelli, Alencar Jr., Marcos Gracia, Fábio Sotto Mayor, David Muffato, Max Wilson. Rubens Barrichello, Marcos Gomes, Felipe Fraga, este o piloto mais jovem a ser campeão da categoria, e o atual campeão Daniel Serra.
Foto de Ingo em Interlagos em junho de 2007.

Texto: Stock Car
Imagens: Internet

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Primeira Corrida

No vídeo abaixo, iremos conhecer um pouco sobre a primeira corrida da história, a qual ocorreu na França e teve 21 inscritos, com a velocidade máxima de 17 km/h.
Vídeo do Boteco F1.

sábado, 21 de abril de 2018

Baku

O Circuito da Cidade de Baku (Circuit City Baku ou Bakı Şəhər Halqası, na língua azeri) é uma pista de rua da cidade de Baku, capital do Azerbaijão, introduzida no calendário de 2016 da Fórmula 1, para a disputa do Grande Prêmio da Europa.
O circuito urbano é definido como tão estreito quanto o de Mônaco; com retas tão rápidas como as de Montreal e com quase tantas curvas quanto o de Cingapura. O traçado de 6.006 metros só é menor do que o de Spa-Francorchamps, na Bélgica (7.004) e, com 20 curvas, só perde para Cingapura (23) e Abu Dhabi (21). O pit lane, de 2,2 km, é duas vezes maior do que o de Monza. A maior característica do circuito, porém, é a largura da pista, que em alguns pontos é de 13 metros e entre as curvas 8 e 12, ao longo da Cidade Velha, é de apenas de 7,6 metros, apesar de o regulamento da FIA exigir uma mínimo de 12 metros.
A linha de chegada e partida em Baku está localizada na Praça Azadlik, um dos principais pontos turísticos da cidade, onde estão localizados também o paddock e as garagens das equipes. No final da enorme reta dos boxes, as velocidades devem chegar a 340 km/h e a velocidade média da corrida deverá ser de 211 km/h.  O alemão Herman Tilke, que desenhou os circuitos da Áustria, Malásia, Bahrein, China, Cingapura, Rússia, Valência, Abu Dhabi e dos Estados Unidos e é o responsável pelo traçado de Baku, diz que há retas com bastante espaço para ultrapassagens.

O circuito enlaça o centro e a duas vistas mais pitorescas de Baku e na definição da rota para a corrida, os organizadores exigiram que fosse enfatizada a vista panorâmica da cidade.
Desde a largada, surge uma bela vista. De um lado, há a Casa do Governo, localizada atrás do paddock, e do outro a costa do Mar Cáspio, que se estende pela Baku Boulevard. Depois da curva de 90 graus, no final desse trecho, os pilotos vão correr por 300m pela rua com o nome do famoso poeta russo A. S. Pushkin.
Depois da segunda curva, eles vão passar por uma segunda reta ao lado da Khagani Street, antes de chegar a uma curva acentuada, a mil metros, Após a terceira curva, os carros devem virar à esquerda, para a Bulbul Avenue. Depois de seguir em linha reta por 240 m, terão de enfrentar outra curva de 90 graus, à direita. No lado esquerdo dessa pequena reta está o pitoresco Jardim Sahil. Em seguida, eles entram na rua Zarifa Aliyeva e negociam a passagem por outra pequena curva, antes de chegar nas 5 e 6, quando entram no trecho da “via dupla” do circuito, em frente à Neftchiler Avenue.
Esta parte de Baku se assemelha as outras cidades europeias à beira-mar, como Barcelona e Nice. Há uma série de lojas, restaurantes e cafés, bem como modernos centros comerciais e um belo passeio pelo litoral. Vários arquibancadas serão colocadas ao longo dessa parte do circuito.
Em seguida, os pilotos chegarão à Cidade Velha, a Icheri Sheher, e vão dirigir ao longo das muralhas da fortaleza ao lado da rua Aziz Aliyev. Os carros passarão por ruas estreitas, onde, entre as curvas 8 e 12, a largura é de 7.6 metros. A parte mais desafiadora da pista vem após a curva 8 e vai enfatizar alguns dos marcos arquitetônicos mais históricos da cidade. A pista se estreita significativamente e os pilotos terão de empregar toda sua habilidade e experiência para vencer esse trecho sem problemas.
A pista passa, então, por uma área protegida pela UNESCO, com as portas da Cidade Velha no lado esquerdo e edifícios residenciais à direita. Uma camada temporária de asfalto especial foi colocada sobre as ruas de pedras para permitir que se possa correr ali. Uma camada temporária semelhante também foi colocada na volta 15.
Da curva 12 até 15, os carros seguem por uma parte mais moderna da cidade, onde se podem ver vários edifícios projetados no estilo nacional. Nas curvas 13 e 14, de ângulo bastante fechado, terão de trabalhar bem os freios para não terem problema.
Após a curva 15, eles vão guiar ao lado da Academia Nacional de Ciências e, em seguida, em direção à Azerbaijão State Philharmonic Hall, que recebeu o nome do cantor Muslim Magomayev, nascido em Baku, em 1942 e falecido em 2008, que tinha nacionalidade soviética e era chamado de “Rei da Canção” e “Sinatra soviético”. A instalação chama-se, agora, Magomayev State Philharmonic Hall. Após a curva 15, há um trecho em declive acentuado, com bela vista panorâmica do Mar Cáspio, mas que desafia as habilidades dos pilotos mais uma vez. Uma vez ultrapassada a curva 16, os pilotos vão novamente acelerar em direção à Avenida Neftchiler e, num percurso de 2,2 km, passam pela estrutura defesa da cidade, a Torre Nova, na curva 18. Depois da 19, eles percorrem uma reta curta, contornam a curva 20 e entram na grande reta de 1.500 metros, da linha de largada/chegada.
Azad Rahimov, ministro da Juventude e Desporto do Azerbaijão, disse que fez um briefing “simples” a Tilke, pedindo “apenas” que ele criasse uma pista única, para ajudar o GP de Baku a se tornar rapidamente um dos mais emocionantes do calendário da F1, que agradasse tanto as equipes quanto os fãs.
“O mais importante, queríamos uma pista que mostrasse o melhor de Baku, a capital, e estou muito contente porque o circuito por onde vão passar as equipes da F1 alcançou exatamente esse objetivo.”
Tilke afirma ter criado um circuito desafiador, em termos de engenharia e design, no ambiente urbano muito atraente de Baku e sua grande combinação de história e estilo do século 21. O centro histórico da cidade, a bela avenida à beira-mar e a casa do governo impressionante se combinam para oferecer o cenário perfeito para uma nova pista espetacular, segundo o engenheiro.
“Circuitos de rua, obviamente apresentam uma série de desafios em termos de design, mas fomos capazes de incorporar algumas características únicas que irão proporcionar as equipes e fãs uma corrida fascinante. Haverá, por exemplo, um trecho de subida extremamente estreita no muro antigo da cidade que vai premiar precisão e coragem, e temos um percurso de aceleração de quase 2,2 km ao longo da avenida que vai ver os carros rodando a todo vapor em alta aceleração, algo que irá criar um espetáculo incrível para os fãs de corridas na pista e os espectadores em casa”, garante Tilk.
O piloto Fernando Alonso concorda com Rahimov e Tilke. Em declaração distribuída pela McLaren, dias antes da primeira corrida em Baku, confessou:
“O desenho do circuito é um impressionante híbrido entre o zumbido de um circuito urbano, com suas ruas estreitas e sua luta carro a carro, e uma pista mais tradicional, em que se alcançam altas velocidades e há boas opções de ultrapassagens. Já rodei nesta pista no simulador e há muitas coisas que fazem com que seja única, como o muro medieval, ao lado de um asfalto colocado recentemente, curvas em sentido contrário ao ponteiro do relógio, zonas de escape mínimas. Tudo parece indicar os ingredientes necessários para dar espetáculo e oferecer uma corrida emocionante”.
História
2016 –  Nico Rosberg, da Mercedes, com uma parada só e pneus macios, venceu de ponta a ponta o GP da Europa, que inaugurou o circuito de rua de Baku, no Azerbaijão, no dia 20 de junho de 2016. O piloto alemão completou o percurso de 51 voltas em 1h32m52s366, com 16s696 de vantagem sobre o segundo colocado, Sebastian Vettel, da Ferrari, e fez o hat trick, com a pole position, a vitória e a volta mais rápida de 1m46s485, na 48. Ao contrário do que se previa, principalmente depois das confusões nas provas de categorias inferiores, a corrida foi tranquila, sem incidentes e carro de segurança. Os abandonos de Fernando Alonso, Daniil Kvyat, Carlos Sainz e Pascal Wehrlein foram causados por problemas no carro, sem interferir no ritmo da corrida.
2017 – O GP do Azerbaijão de 2017, foi a corrida mais tumultuada da temporada e terminou com duas surpresas, a vitória de Daniel Ricciardo e o primeiro pódio de Lance Stroll. Com o tempo de 2h03m55s570, o piloto australiano da Red Bull, que largou da 10ª posição, conquistou a 5ª vitória na carreira e a primeira em 14 provas, desde o GP da Malásia de 2016. Com o 3º lugar, a 4soo9 do vencedor, o canadense Lance Stroll, da Williams, aos 18 anos e 239 dias, tornou-se o piloto mais jovem a subir ao pódio  no primeiro ano da Fórmula 1. Valtteri Bottas, da Mercedes, tocado por Kimi Raikkonen na largada, caiu para  a última posição, mas fez uma grande corrida de recuperação e tomou o segundo lugar de Stroll na linha de chegada, a 3s904 de Ricciardo.
Baku
Baku é a capital e a maior cidade do Azerbaijão, da região do Mar Cáspio e do Cáucaso. Está localizada na costa sul da península de Absheron, 28 metros abaixo do nível do mar, e tem 3 milhões de habitantes. Fica no lado leste do Azerbaijão e está rodeada pelo mar Cáspio, o maior lago do mundo.
Talvez uma das características mais originais de Baku seja ser a primeira cidade europeia onde o sol nasce. A pitoresca cidade é construída sobre uma colina alta e forma um anfiteatro que desce para a Baku Bay. É muitas vezes comparada a San Francisco ou Nápoles.
A cidade é o centro científico, cultural e industrial do Azerbaijão e muitas grandes instituições nacionais têm sua sede lá. Baku também se tornou local de eventos internacionais, como o Festival Eurovisão da Canção de 2012 e os Jogos Europeus de 2915. Em 2020, vai ser sede da Euro de Futebol.
A capital do Azerbaijão é um importante destino turístico do Cáucaso, com a presença de várias cadeias internacionais de hotéis. Entre as suas atrações turísticas e locais populares tem o Fountains Square, a Praia das Mil e Uma Noites, a Praia Shikhov e as Rochas de Petróleo. Tem o mastro da Praça da Bandeira Nacional, que, com 162 metros, era o mais alto do mundo, até ser superado, em 3 cm, por outro de Dushanbe, do Tajiquistão.
Baku é famosa por seus ventos fortes e por isso chamada de “Cidade dos Ventos”, incluída entre as 48 mais caras do mundo.
Azerbaijão
O Azerbaijão é um país da Ásia Ocidental, com um território de 86.600 km² e população de cerca de 9.165 milhões de habitantes. Está localizado no Caucáso, na Eurásia, cruzamento do Leste Europeu e o Sudoeste Asiático, e tem fronteiras com a Armênia a oeste; a Rússia e a Geórgia ao norte; o Mar Cáspio a leste e Irã, ao sul. A língua oficial é o azeri, mas a língua russa também é bastante difundida, principalmente em Baku. A maioria dos habitantes do país, 93,4%, segue a religião muçulmana e o restante divide-se entre cristãos da igreja ortodoxa russa e da igreja apostólica armênia.
A formação do estado Azerbaijão ocorreu em 1135. Em 28 de maio de 1918, a República Democrática do Azerbaijão tornou-se primeira república democrática e secular no mundo muçulmano, fundada pelo Conselho Nacional do Azerbaijão, em Tills, após o colapso do Império Russo, que começou com aRevolução Russa de 1917. Nessa época tinha uma população de 2 milhões de pessoas e Ganja era a sua capital provisória, porque Baku estava sob controle bolchevique. A 28 de abril de 1920, o Azerbaijão integrou-se à União Soviética, como República Socialista Soviética do Azerbaijão e, em 30 de agosto de 1991, se declarou independente.
O Azerbaijão foi o primeiro país muçulmano a conceder às mulheres direitos políticos iguais aos dos homens. A nação tem umÍndice de Desenvolvimento Humano (IDH) comparável ao de vários países do Leste Europeu e a região também apresenta altos níveis de desenvolvimento econômico e de alfabetização, além de baixo nível de desemprego; . No entanto, a corrupção é bastante difundida, especialmente no serviço público.  O partido dominante, Partido do Novo |Azerbaijão, já foi acusado de autoritarismo e abuso de direitos humanos.
GP da Europa
O Grande Prêmio da Europa leva esse nome por que na maioria das vezes teve como locais circuitos que já tinham prova da Fórmula 1. Foi disputado inicialmente de 1983 a 1985, voltou em 1993 e se realizou pela última vez em 2012. Em 1998, foi corrido no circuito alemão de Nurburgring, mas com o nome de GP de Luxemburgo.
A partir de 2016, a corrida passou a ser disputada no circuito de Baku e em 2017 recebeu o nome de Grande Prêmio do Azerbaijão.
Os vencedores, equipes e locais das duas competições foram estes:
Grande Prêmio do Azerbaijão
AnoVencedorEquipeLocal
2017Daniel RiociardoRed BullBaku
Grande Prêmio da Europa
AnoVencedorEquipeLocal
2016Nico RosbergMercedesBaku
2012Fernando AlonsoFerrariValencia
2011Sebastian VettelRed BullValencia
2010Sebastian VettelRed BullValencia
2009Rubens BarrichelloBrawnValencia
2008Felipe MassaFerrariValencia
2007Fernando AlonsoMcLarenNurburgring
2006Michael SchumacherFerrariNurburgring
2005Fernando AlonsoRenaultNurburgring
2004Michael SchumacherFerrariNurburgring
2003Ralf SchumacherWilliamsNurburgring
2002Rubens BarrichelloFerrariNurburgring
2001Michael SchumacherFerrariNurburgring
2000Michael SchumacherFerrariNurburgring
1999Johnny HerbertStewartNurburgring
1997Mika HakkinenFerrariNurburgring
1996Jacques VilleneuveWilliamsNurburgring
1995Michael SchumacherBenettonNurburgring
1994Michael SchumacherBenettonJerez
1993Ayrton SennaMcLarenDonington
1985Nigel MansellWilliamsBrands Hatch
1984Alain ProstMcLarenNurburgring
1983Nelson PiquetBrabhamBrands Hatch
Abaixo onboard com Nico Rosberg fazendo a pole em 2016.
O traçado de Baku
Algumas imagens do GP de Baku




Texto: Enciclopédia F1
Fotos: Internet

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Sparco

Hoje um pouco da história dessa que protege a maioria dos pilotos.

Dois pilotos, uma única paixão, o automobilismo. Foi assim que nasceu a Sparco, em 1977 na cidade de Torino, Itália. E mais de 30 anos depois, a força da Sparco em promover uma condição cada vez mais segura para os pilotos, continua sendo sua prioridade número 1 no mundo das corridas.
320 km/h – 120 graus – confiança 100%
A cada ano milhares de pilotos profissionais e amadores confiam na Sparco para protegê-los no ambiente de corrida. Com uma velocidade que ultrapassa 320km/h e temperaturas acima de 120 graus, o piloto precisa estar 100% confiante no seu equipamento de segurança. É por isso que o os pilotos de alto nível escolhem Sparco, mais do que qualquer outra marca.
A Sparco hoje é reconhecida mundialmente como líder absoluta no Mundo do Motorsport, com distribuição em 60 países e subsidiarias no Brasil, na Califórnia e Tunísia.
O primeiro campeonato de F1 ganho com um Macacão Sparco foi em 1983, usado pelo brasileiro Nelson Piquet, no mesmo ano Sparco ganhou o campeonato de rally com um banco instalado no Lancia 037.
Nos anos que se seguiram, a empresa aumentou sua gama de produtos para atingir outros segmentos, não somente profissional. Dessa forma, iniciou uma larga escala de produção dos bancos, volantes e outros acessórios para atender as exigências de um mercado vasto, crescendo continuamente.
Hoje a Sparco, além de fornecer equipamentos de segurança para carros e pilotos de corrida, estando presente nas equipes das principais categorias mundiais, como a Fórmula 1, Rally, Stockcar e Kart,  se destaca também no mercado OEM por fornecer produtos para as melhores marcas de “super carros esportivos”, como Ford, Fiat, Ferrari, Lamborghini, Bugatti, Maserati, Bentley, Alfa Romeo, entre outros.
Assim, com a experiência adquirida no Mundo do Motorsports e no fornecimento para OEM,a Sparco oferece também uma linha completa para personalização de veículos, ou também chamado “Tuning” (volantes esportivos, alavancas de câmbio, pedaleiras, bancos, cintos de segurança, tapetes, manoplas de freios, entre outros), além de ter também uma linha chamada Sportswear, ou seja, acessórios esportivos que garantem um estilo esportivo também fora das pistas, como roupas, bolsas, bonés, etc.)
Vencedores desde o primeiro dia! Uma centena de títulos e ainda continuamos fortes!
Texto, foto e fonte: Sparco

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

História Stock


Foi criada em 77 pela General Motors para ser uma alternativa a extinta D1, Ocorrida pelo desinteresse de público e patrocinadores.
A primeira prova foi em 22 de abril de 79 em Tarumã-RS e teve 19 inscritos, sendo todos modelo opala com motores 6 cilindros de 4 100cm3.
A pole foi marcada por José Carlos Palhares(Capeta), em 1min 23s 00.
A vitória ficou por conta de Affonso Giaffone.

Texto aqui anexado.
O dia 22 de abril de 1979 pode ser considerado um marco na história do automobilismo brasileiro. Nesta data aconteceu a primeira prova do Campeonato Brasileiro de Stock Car, realizada no Autódromo de Tarumã, no Rio Grande do Sul. A criação da categoria foi a melhor resposta a um antigo anseio de uma comunidade apaixonada por carros de corrida: uma categoria de Turismo que unisse, para os padrões da época, desempenho e sofisticação.
Um regulamento foi criado para limitar os custos, procurando equilíbrio, sem comprometer as performances dignas das competições internacionais. A primeira prova contou com a presença de 19 carros, todos do modelo Opala com motores de seis cilindros. A pole position da estreia foi do carioca José Carlos Palhares, o Capeta. Ele fez o tempo de 1min23s00. A prova foi vencida por Affonso Giaffone.
Na época, Ingo Hoffmann retornava ao automobilismo brasileiro depois de uma passagem pela Fórmula-1, onde defendeu a equipe Copersucar-Fittipaldi. O piloto, doze vezes campeão da Stock, passou a dominar a categoria no final da década de oitenta, quando conquistou os títulos de 1989 a 1995.
Nestas temporadas tivemos um sem número de ultrapassagens, grandes duelos e festas repletas de emoção. Nesses anos todos, foram centenas de corridas pelos autódromos do Brasil. A grande consagração da categoria foi em 1982, quando duas provas foram realizadas no Autódromo de Estoril, em Portugal.


Ingo Hoffmann possui 12 títulos da Stock Car.

Na época, o piloto retornava ao automobilismo brasileiro depois de uma passagem pela Fórmula 1, onde defendeu a equipe Copersucar-Fittipaldi. Ingo Hoffmann, doze vezes campeão da Stock, passou a dominar a categoria no final da década de oitenta, quando conquistou os títulos de 1989 a 1995.
Nestas temporadas aconteceu um grande número de ultrapassagens, grandes duelos e festas repletas de emoção. Nesses anos todos foram centenas de corridas pelos autódromos do Brasil. Em 1982 duas provas foram realizadas no Autódromo do Estoril, em Portugal.
Em 1987 ocorreu a primeira grande mudança da Stock Car. Com a mudança de apoio da GM na organização, foi adotado uma carenagem, criada e montada pela fabricante de carrocerias de ônibus Caio, que era inserida em cima do chassi do Opala. O carro ganhava na aerodinâmica e no desempenho, ficando muito parecido com um protótipo, mas sem a marca da GM. Os equipamentos de segurança ficam mais sofisticados.

A GM volta a investir pesado na categoria em 1990, passando a organizar e construir em sua fábrica um protótipo monobloco.
Sem grande apelo do público e perdendo espaço para categorias mais baratas bancadas por outras montadoras, a categoria passa por nova transformação em 1994, quando é adotado como veículo o Omega de rua, adaptado para competição. Numa estratégia de marketing e para diminuição de custos, as corridas passam a ser realizadas em rodadas duplas com a Fórmula Chevrolet, num evento chamado Chevrolet Challenger, cujos ingressos eram gratuitos e distribuídos nas concessionárias de veículos da marca.


A partir de 2000, a Stock Car entrou em uma nova era. Com administração da Vicar, a categoria passou a se profissionalizar, dentro e fora das pistas, dando os primeiros passos até se tornar a principal categoria do automobilismo nacional. A parceria com a Rede Globo também impulsionou o sucesso da Stock Car, que passou a atrair mais pilotos, equipes e patrocinadores. Com isso, o evento tornou-se uma importante ferramenta de marketing de relacionamento para as mais de 90 empresas envolvidas.
A temporada de 2005 também entrou para a história da Stock Car. Além de a categoria ter se tornado multimarca – pela primeira vez os Mitsubishi-Lancer correram ao lado dos Chevrolet-Astra, no dia 30 de outubro, 40 carros da Stock Car V8 realizaram uma inédita etapa fora do Brasil, valendo pontos para o campeonato. Foi uma rodada ao lado da TC2000, a principal categoria argentina que no mês de julho tinha corrido em Curitiba. O Autódromo Oscar Gálvez recebeu um público de 70 mil pessoas. Giuliano Losacco foi o vencedor da prova com Mateus Greipel em segundo e Luciano Burti em terceiro lugar.
Em 2006, além de a corrida da Argentina ter sido mantida no calendário, a Stock Car V8 recebeu a terceira marca. O Volkswagen-Bora passou a ser a carenagem de dez carros da principal categoria do automobilismo da América Latina. O veterano Ingo Hoffman venceu a última etapa do ano em Interlagos e completou cem vitórias na carreira. O piloto Cacá Bueno conquistou seu primeiro título na categoria, após três vices-campeonatos seguidos.
O ano de 2007 ficou marcado pela concretização de um sonho: a entrada da quarta marca, a Peugeot com seu 307 sedan. Além disso, a Stock Car ganhou um novo nome. Nasceu a Copa Nextel Stock Car com uma premiação milionária: R$ 3,5 milhões em prêmios distribuídos para as três categorias ao longo da temporada. A Nextel, patrocinadora oficial do evento, também introduziu o Prêmio Velocidade para o piloto que fizesse a volta mais rápida. Cacá Bueno sagrou-se bicampeão da categoria com uma etapa de antecedência em uma temporada emocionante.

Dois mil e oito ficou marcado pela realização da Corrida do Um Milhão de Dólares, premiação inédita no automobilismo nacional. Visando a segurança, o grid de largada teve uma diminuição no número de participantes, passou de 38 para 34 carros alinhados. Outra novidade foi a chegada da Goodyear como fornecedora oficial dos pneus da Copa Nextel Stock Car, que até 2007 eram fornecidos pela Pirelli. Ricardo Maurício sagrou-se o grande campeão, Marcos Gomes disputou o campeonato até a última etapa e terminou como vice.


E, 2009, a implantação do novo carro foi o destaque da Copa Nextel Stock Car. O modelo JL G-09 representa muito mais tecnologia, competitividade e segurança para a principal categoria do automobilismo nacional. Outra novidade foi a participação de apenas 32 carros no grid de largada, ou seja, a participação de apenas 16 equipes na divisão principal, dando ainda mais importância aos seus participantes.
Em 2010 a categoria inicia sua 32ª temporada cheia de novidades. Novo motor com injeção eletrônica Bosch, utilização do etanol Esso como combustível, do novo pneu da Goodyear e do push-to-pass, para tornar as provas ainda mais emocionantes na parte técnica. A competição também tem nova assinatura, passando a se chamar Copa Caixa Stock Car, reforçaram as mudanças feitas nos últimos anos e que têm contribuído para manter a Stock Car como uma das melhores disputas do mundo.
Retirado do Site:
http://raphaelcarrostunadoseesportivos.blogspot.com.br/

Abaixo lista dos campeões

79-Paulo Gomes
80-Ingo Hoffmann
81-Affonso Giaffone
82-Alencar Jr.
83-Paulo Gomes
84-Paulo Gomes
85-Ingo Hoffmann
86-Marcos Garcia
87-Zeca Giaffone
88-Fabio Sotto Mayor
89-Ingo Hoffmann
90-Ingo Hoffmann
91-Ingo Hoffmann/Angelo Giombelli
92-Ingo Hoffmann/Angelo Giombelli
93-Ingo Hoffmann/Angelo Giombelli
94-Ingo Hoffmann
95-Paulo Gomes
96-Ingo Hoffmann
97-Ingo Hoffmann
98-Ingo Hoffmann
99-Chico Serra
00-Chico Serra
01-Chico Serra
02-Ingo Hoffmann
03-David Muffato
04-Giuliano Losacco
05-Giuliano Losacco
06-Cacá Bueno
07-Cacá Bueno
08-Ricardo Mauricio
09-Cacá Bueno
10-Max Wilson
11-Cacá Bueno
12-Cacá Bueno
13-Ricardo Mauricio
14-Rubens Barrichello

A primeira etapa está marcada para março nos dias 21 e 22 no Autódromo Internacional de Goiânia