quarta-feira, 9 de maio de 2018

Citadino de Taquara

Classificação ilustrada categorias

Turismo A

1º Marcio Soares
nº 26
97 pontos

2º Manfrini Silveira
nº 13
91 pontos

3º Jonatan Marques
nº 21
50 pontos

4º Florisvaldo Júnior
nº 55
40 pontos

5º Jonas Fleck
nº 62
0 pontos

6º Ramon Cristiano
nº 98
0 pontos

7º Marcelo Soares
nº 348
0 pontos

Turismo B


1º Julio Cesar Castro
nº 156
83 pontos

2º Juliano Blatzlaff
nº 00
70 pontos

3º Cleiton Tombely
nº 255
52 pontos

4º Roger Garcia
nº 27
49 pontos

5º Ademar Roncatto
nº 8
30 pontos

5º Heitor Serpa
nº 86
30 pontos

7º Tiago Sperb
nº 25
28 pontos

8º Gilberto Gollo
nº 144
21 pontos

8º Maicon Moraes
nº 293
21 pontos

8º Angelo Dalagnol
nº 202
20 pontos

10º Marcos Paulo da Silva
nº 227
18 pontos

10º William Cardoso
nº 131
18 pontos

12º Wagner Alves
nº 69
13 pontos

13º Marciel
nº 131
12 pontos

14º Angelo Oliveira
nº 97
8 pontos

15º Paulo Hober
nº 9
0 pontos

15º Jandir Spilzman
nº 68
0 pontos

Fotos: Cintia Hahn

terça-feira, 8 de maio de 2018

Citadino Taquara Kart Cross

Classificação ilustrada categorias Kart Cross A e B.

Kart Cross A


1º Antonio Rambor
nº 9
64 pontos


2º Jaime Jr.
nº 15
63 pontos

3º Wilson Santos
nº 1
58 pontos

4º Adenor Andrade
nº 70
56 pontos

5º Emerson Souza
nº 372
49 pontos

6º Daquimar Alves
nº 111
45 pontos

7º Noli Ferreira
nº 52
27 pontos

7º Marcelo Tasca
nº 444
27 pontos

9º Joel Schimtt
nº 5
18 pontos

10º Darci Marques Filho
nº 16
0 pontos


Kart Cross B


1º Eder Gonçalves
nº 77
68 pontos

2º Jonathan Francisco
nº 27
58 pontos

2º Fernando Maciel
nº 82
58 pontos

4º Patrick Franck
nº 71
55 pontos

5º Carlos Eduardo Baum
nº 31
45 pontos

6º Rogério Santos
nº 79
42 pontos

7º Marco Antonio Souza
nº 90
37 pontos

8º Cristiano Utz
nº 83
35 pontos

9º Janpier Januz
nº 72
26 pontos

10º Guilherme Kolling
nº 65
0 pontos

10º Wagner Tosetto
nº 999
0 pontos

Fotos: Cintia Hahn

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Citadino de Velocidade na Terra

A edição 2018 da Copa Taquara já teve até o momento duas etapas realizadas, ambas no autódromo de Taquara. Abaixo segue a classificação do campeonato nas categorias Motovecidade.

Categorias

Motor 2 tempos


1º Gabriel Alves
nº 25
47 pontos

2º Marcelo
nº 51
40 pontos

3º Valter
nº 11
27 pontos

4º Vilmar Reis
nº 21
21 pontos

5º Rodriguinho
nº 20
16 pontos

6º Rodrigo
nº 12
10 pontos


Motor 4 tempos


1º Nenê
nº 13
76 pontos
2º Ian
nº 1
58 pontos

3º Rodrigo Paz
nº 98
27 pontos

4º Diego Schunck
nº 71
21 pontos

5º Toni Machado
nº 22
18 pontos

6º Paulo Silva
nº 5
14 pontos


Motor Tornado


1º Vitor Marques
nº 90
82 pontos
2º Jaiano Teixeira
nº 72
60 pontos

3º José Castro
nº 30
24 pontos

3º Paulo C. Hugendobler
nº 3
24 pontos

5º Douglas Siveira
nº 81
20 pontos

6º Vilmar Reis
nº 21
10 pontos

Fotos: Cintia Hahn

terça-feira, 1 de maio de 2018

1º de Maio

Resultado de imagem para ayrton senna

Ayrton Senna da Silva, ou simplesmente Senna, foi um piloto de Fórmula 1 das décadas de 80 e 90 e maior ídolo brasileiro do automobilismo. Nasceu em São Paulo, no dia 21 de março de 1960, e morreu de maneira trágica em 1º de maio de 1994, após colidir com uma mureta de proteção no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola. Seu velório foi um dos mais marcantes da história do Brasil, durou cerca de 22 horas e foi acompanhado por aproximadamente 240 mil pessoas.
A carreira de Senna no automobilismo começou como a da maioria dos pilotos: no kart. Aos 14 anos, conquistou seu primeiro título, o Paulista de Kart de 1974, conquista que se repetiu em 1976. No kart, também foi campeão brasileiro em 1978, 1979 e 1980 e sul-americano em 1977 e 1980. No início da década de 80, mudou-se para a Europa para competir na Fórmula Ford, tornando-se bicampeão (1981 e 1982) e conquistando o título em 1983 na Fórmula 3 Britânica.
Os feitos de Ayrton guiando monopostos chamou atenção das equipes de Fórmula 1 e, em 1983, ele foi convidado para testar o carro da equipe Williams, uma das maiores da categoria. Senna bateu o recorde do carro na pista de Donington Park e deixou todos “perplexos”, palavras de Frank Williams, chefe da equipe na época. Por triste coincidência, Senna morreria guiando uma Williams 11 anos depois.
Senna estreou na Fórmula 1 em 1984, guiando uma Toleman. Mesmo em uma equipe de pequena para média, terminou o seu primeiro campeonato na nona colocação, com um segundo lugar no tradicional GP de Mônaco. Nos três anos seguintes, competiu pela Lotus, uma equipe maior, conquistando a quarta colocação em 1985 e 1986 e a terceira em 1987. Pela Lotus, conseguiu seis vitórias, a sua primeira no GP de Portugal de 1985.
Tricampeão
A fase áurea de Senna começou quando ele se transferiu para a equipe McLaren (1988 a 1993), a melhor da época. No carro vermelho e branco, ele conquistou três campeonatos (1988, 1990 e 1991) e 35 vitórias. Nos seus dois primeiros anos no novo time, foi companheiro de equipe do francês Alain Prost, considerado seu maior rival na F1. A rivalidade entre Senna e Prost fez aumentar a audiência da categoria e muitos brasileiros acordavam cedo no domingo para acompanhar o já ídolo do esporte. Os dois pilotos trocaram farpas algumas vezes, mas hoje Prost é um dos principais colaboradores do Instituto Ayrton Senna, ONG que desenvolve projetos educacionais para crianças.
Herói nacional
As vitórias e ações de Senna o fizeram se tornar um herói nacional. No final da década de 80, o Brasil havia recém-saído da ditadura e passava por um momento econômico difícil. A renda per capita declinou e o percentual de brasileiros na linha da pobreza havia aumentado. O brasileiro não tinha muito do que se orgulhar, mas Senna fazia questão de afirmar sua nacionalidade e desfilava com a bandeira nacional em suas vitórias. Esses gestos e a exploração da imagem de Senna pela TV  contribuíram para a construção de um arquétipo de herói nacional. 
Morte
A partir de 1992, a equipe Willams passou a ter um desempenho superior a McLaren, e Senna viu diminuir suas chances de conquistar outros títulos. Por isso, em 1994, mudou para a Willams e tornou-se novamente o favorito ao título. Para seu azar, não conseguiu terminar as duas primeiras corridas. Na terceira etapa, liderava o GP de San Marino quando seu carro saiu da pista na curva Tamburello e chocou-se com uma mureta de proteção a quase 300 km/h. Com a batida, uma das rodas atingiu o capacete do piloto brasileiro, afundando parte do seu crânio. 
Legado
O acidente de Senna é um dos episódios mais tristes da história do esporte, mas sua morte foi responsável por uma revolução na segurança da Fórmula 1. O falecimento de Senna foi o último* de um piloto na categoria, mesmo ocorrendo vários acidentes piores depois. Fora das pistas, o Instituto Ayrton Senna beneficia cerca de 2 milhões de crianças por ano.
*Em outubro de 2014, durante o Grande Prêmio do Japão, o piloto francês Jules Bianchi saiu da pista e acabou se chocando com um trator que retirava o carro de outro piloto que havia batido segundos antes. Ele foi levado em coma para o hospital e acabou falecendo nove meses depois.
Por Adriano Lesme
Coordenador Editorial


Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
LESME, Adriano. "Ayrton Senna da Silva"; Brasil Escola. Disponível em <https://brasilescola.uol.com.br/biografia/airton-senna-silva.htm>. Acesso em 01 de maio de 2018.